sábado, 28 de fevereiro de 2015

Novelas

No Brasil, assim como nos Estados Unidos, as teledramaturgias surgiram nos anos 50 a partir da adaptação das novelas de rádio para o então novo meio de comunicação. O que já era sucesso em um desde os anos 1930 não demorou muito para conquistar fãs no outro.
Em 1951 foi ao ar “Sua Vida Me Pertence”, a primeira telenovela brasileira. Foram quinze capítulos exibidos ao vivo de terças e quintas-feiras pela TV Tupi. Na década seguinte as novelas ganhariam capítulos diários. Graças ao surgimento do videoteipe, os episódios podiam ser gravados e a exibição deles diariamente foi fundamental para cativar a audiência. As primeiras novelas nesse formato foram adaptações de teledramaturgias latinas, vindas do México, Argentina e Cuba, como “A Moça que Veio de Longe” (TV Excelsior, 1964) e “O Direito de Nascer” (TV Tupi, 1965).

No final dos anos 60, as novelas finalmente ganharam uma cara brasileira. Até então, elas eram adaptações ou seguidoras do estilo dramalhão que dominava as teledramaturgias latino-americanas. Mas, em 1968, estreou “Beto Rockfeller”, produzida pela TV Tupi. Escrita por Bráulio Pedroso e dirigida por Walter Avancini e Lima Duarte, ela rompeu com o estilo melodramático e construiu uma história mais descontraída, com diálogos coloquiais, temas bem-humorados, trilha sonora pop e uma estética moderna, que dava uma cara brasileira e atualizada ao formato.

O sucesso de “Beto Rockfeller” fez com que as emissoras abandonassem definitivamente o estilo dramalhão importado dos países latino-americanos. Em 1969, a Globo aderiu ao novo modelo e encomendou a Janete Clair que adaptasse para a TV uma história que ela já tinha escrito para a rádio. “Véu de Noiva” virou um sucesso e transformou a atriz Regina Duarte na “namoradinha” do Brasil. Nos anos 70, as novelas conquistaram elevados índices de audiência e uma boa fatia do mercado publicitário. Globo e Tupi dominaram a produção de novelas durante a década. Sucessos como “Irmãos Coragem” e “Pecado Capital”, de Janete Clair, e “O Bem Amado” e “Saramandaia”, de Dias Gomes, estabeleceram o início da hegemonia do modelo de novelas feitas pela Rede Globo. A Tupi, que havia iniciado a transformação da estética da teledramaturgia com “Beto Rockfeller”, conseguiu produzir outros sucessos como “Mulheres de Areia” e “O Profeta”, de Ivani Ribeiro, e “Éramos Seis”, de Sílvio de Abreu e Rubens Ewald Filho.   

"Roque Santeiro" foi uma das novelas de maior sucesso na história.

Quando começaram os anos 80, a estrutura de produção de teledramaturgias no Brasil já era tão sofisticada e profissional que as novelas de sucesso por aqui viraram produtos de exportação. Cerca de cem países, de Portugal à China, da Rússia à Austrália, chegaram a acompanhar os episódios dublados de produções como “Escrava Isaura” ou “Dancin Days”. A indústria nacional das telenovelas se concentrou na Rede Globo. Sua hegemonia foi poucas vezes ameaçadas desde a década de 80. Produções inovadoras e requintadas como “Guerra dos Sexos”, “Vale Tudo”, “Roque Santeiro”, “Terra Nostra” e “O Clone”, entre outras, garantiram os melhores índices de audiência da TV brasileira. Liderança que foi abalada somente em alguns momentos, como quando a Rede Manchete lançou a novela “Pantanal”, em 1990, ou mais recentemente com as produções da Rede Record, como “Caminhos do Coração” e “Os Mutantes”, e as adaptações de novelas latino-americanas produzidas pelo SBT.    
Apesar de ainda ser um dos gêneros preferidos dos brasileiros, a audiência das novelas caiu no novo milênio, provavelmente devido à concorrência de novas opções que se tornaram acessíveis à população, como a TV a cabo e a internet. A audiência das novelas da Globo atingiu em 2008 cerca de 40 milhões de espectadores diariamente, enquanto três anos antes a audiência era de 60 milhões. Apesar da queda dentro do país, as novelas brasileiras ainda continuam a ser um valorizado produto de exportação. Segundo projeções da Globo, no começo dos anos 2000 as novelas comercializadas pela emissora foram assistidas por cerca de 70 milhões de espectadores anualmente no exterior [fonte: REDE GLOBO]

 
 



sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

Presságio

O amor, quando se revela,
Não se sabe revelar.
Sabe bem olhar pra ela,
Mas não lhe sabe falar.
Quem quer dizer o que sente
Não sabe o que há de dizer.
Fala: parece que mente…
Cala: parece esquecer…
Ah, mas se ela adivinhasse,
Se pudesse ouvir o olhar,
E se um olhar lhe bastasse
Pra saber que a estão a amar!
Mas quem sente muito, cala;
Quem quer dizer quanto sente
Fica sem alma nem fala,
Fica só, inteiramente!
Mas se isto puder contar-lhe
O que não lhe ouso contar,
Já não terei que falar-lhe
Porque lhe estou a falar…

Trilhas Sonoras

O que seriam das novelas, peças de teatro e filmes sem o requinte das trilhas sonoras? Tão emocionante quanto um beijo roubado é ouvir a canção por trás de uma cena de amor. Na vida real ou na ficção, as trilhas sonoras marcam época. Ajudam a embalar sonhos românticos, abrandam angústias, a ira dos rivais, realçam aventuras, suavizam cenas e fazem a gente viajar por meio dela: a música. Autor de uma obra grandiosa em volume – cerca de 400 canções - e qualidade, Tom Jobim compôs inúmeras trilhas sonoras para o cinema e para televisão. Tudo começou no teatro, quando a peça “Orfeu da Conceição” (1956), de autoria dele e do parceiro Vinicius de Moraes, foi adaptada para o cinema, em 1958. Tom compôs nova trilha para o filme “Orfeu do Carnaval” de Marcel Camus, uma produção franco brasileira que ganharia a Palma de Ouro no Festival de Cannes. Tom Jobim assinou também a trilha sonora de um dos clássicos do cinema novo: “Porto das Caixas” de Paulo Cesar Sarraceni, de 1962. A música dele, “Derradeira Primavera” é tocada no filme em versão instrumental. Na década de 1980, destaque para dois trabalhos importantes: a trilha sonora de “Gabriela”, uma superprodução com Sônia Braga e Marcello Mastroianni. Tom e Gal Costa cantam o “Tema de amor de Gabriela e, em parceria com Chico Buarque, a trilha de “Para Viver um Grande Amor”, filme de Miguel Faria Júnior. No filme, Elba Ramalho canta a música “Violeira” de Tom e Chico Buarque.

Obras polêmicas

O jornal mexicano “El Universal” listou as dez obras de arte que considera como “as mais polêmicas da história”. Como quaisquer listas, sempre restritivas, a do veículo da terra do poeta Octavio Paz é questionável, mas pelo menos alguns dos quadros são mesmo controvertidos, provocam polêmicas e geram dezenas de livros e documentários, como é o caso das pinturas do italiano Leonardo Da Vinci, talvez o maior gênio da história da arte, aqui poderemos ver algumas dessas obras:

     A última ceia, de Leonardo Da Vinci
Leonardo Da Vinci (1452-1519) talvez seja o maior gênio da história da pintura — era (é), aliás, muito mais do que um pintor. “A última ceia” mostra “o último encontro de Jesus com seus discípulos”. “El Universal” afirma que o quadro se tornou legendário e muitos investigam seus detalhes com o objetivo de revelar algum segredo supostamente oculto pelo talento de Leonardo. Há livros e documentários sobre o assunto. Mas o verdadeiro segredo é a qualidade da pintura do artista italiano ao retratar um tema caro à civilização ocidental.
     Mona Lisa, de Leonardo Da VinciSe perguntarmos a um leigo: qual é a pintura mais famosa de todos os tempos? Leigos e especialistas vão dizer: “Mona Lisa” (ou Monalisa), do italiano Leonardo Da Vinci. Por que é apontada como polêmica e controvertida pelo jornal “El Universal”? Porque permite várias interpretações e há livros e livros discutindo o assunto, do ponto de vista artístico e histórico. O jornal mexicano afirma que “supostamente contém mensagens secretas sobre a vida de Cristo”. A pintura de Leonardo permanece aberta, tantos anos depois de ter sido feita, o que atesta sua vitalidade artística. Uma pintura, como “Guernica”, icônica.
    Guernica, de Pablo Picasso
Pintado em 1937, “Guernica”, do espanhol Pablo Picasso, diz respeito ao bombardeido da cidade de Guernica durante a Guerra Civil Espanhola (1936-1939). “Sua interpretação é objeto de controvérsia”, nota “El Universal”. Há livros e livros explicando seus detalhes. É um dos quadros mais conhecidos do século 20. Costuma-se dizer que é icônico. E, claro, é a arte como denúncia.

E então pessoal, o que achem dessas obras? E quais outras são polêmicas para vocês? 






quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

Coisas de Volta as Aulas - Dia 28, no Parabolandos!

Eaaai Galera! Tudo bem com vocês ? No post de hoje eu vim convidar TODO O PLANETA TERRA para estar presente nesse evento que é o MAIS AGUARDADO DO MÊS INTERINHO! Aposto que quem conhece estava com saudades, MAS VOCÊ JÁ PODE MATAR ELA! porque o primeiro coisas desse ano vai acontecer daqui 2 dias! VOCÊ NÃO PODE PERDER! Pra quem não conhece é uma chance perfeita para rir bastante e ter o dia mais feliz da sua vida! 



espetáculo mais bizarro da Troupe Parabolandos. Feito com  cenas completamente improvisadas pelos personagens mais malucos vai acontecer....

QUANDO? 28/02 (sábado) 
QUE HORAS ? às 19h 
ONDE ? no Espaço Cultural Troupe Parabolandos 
E ONDE FICA ISSO ?  Av. Antônio Marques Figueira - 581 - Centro - Suzano 
E QUANTO CUSTA ? Entrada Gratuita! 

Vem geeeeente!!! \o/\o/

O que é arte para você?







Os primeiros vestígios de arte, que se tem notícia é da arte rupestre, aqueles desenhos de caçadas encontradas em cavernas. Se lembram? Este tipo de arte também era feito em animais e cascas de árvores.
arte é dividida em vários períodos, para facilitar seu entendimento. Temos a arte pré-histórica, arte da idade média, arte moderna, arte contemporânea, dentre outras. Normalmente, referimo-nos àsarte visuais, embora, a música, por exemplo, também seja considerada como um tipo arte, pois, é uma forma de expressão.
arte, segundo algumas pessoas, é uma forma de expressar os sentimentos do autor, de tal forma que, mesmo tendo retorno financeiro, não deve ser feita para vender. Segundo o mini dicionário Aurélio, 2001, é a capacidade ou atividade humana de criação plástica ou musical, sendo as artes plásticas, manifestações visuais e táteis.



arte é uma forma de se expressar. Mostrar o que você sente. Contudo, há pessoas que digam que arte não pode ser feita para vender, por exemplo. E há algumas contradições sobre o que realmente é arte.

Por isso quero ABRIR UM DEBATE aqui: "Para você, o que é arte?", deixem seus comentários. Logo, veremos a repercussão deste assunto.  E AI ? TOPA ? .


Obras 3D de arte de rua.

Imagine só ver aquela calçada que você cruza diariamente transformada em uma cratera enorme cheia de quedas d’água nas cores do arco-íris. Para avistar esse fenômeno um tanto quanto estranho, só mesmo com a ajuda de substâncias alucinógenas, ou então tropeçando em uma street art tridimensional, que parece mais um tesouro. Nos últimos anos, a arte de rua vem ganhando cada vez mais essa versão 3D feita com giz. É uma mistura de ilusão de ótica, hiper-realismo e arte de rua feita com uma técnica bastante acessível, e que pode se transformar em qualquer coisa que se imagine. Dá só uma olhada na seleção abaixo, que inclui desde um caracol gigante até um jogo de pacman em tamanho real. E depois nos diga se esta não é a forma de arte mais democrática e psicodélica que já inventaram.


1. A cachoeira de arco-íris..
shout




2. Uma queda d’água perfeita para uma aventura de rafting.

River Rafting


3. Este maravilhoso jogo de pacman em tamanho real.