sábado, 28 de fevereiro de 2015

Sonoplastia no teatro

A sonoplastia é de suma importância na atividade teatral. O estudo de técnicas, teorias teatrais e principalmente música é fundamental. Quanto às suas tarefas específicas, é necessário que o sonoplasta possua um repertório musical minimamente diversificado, para que possa fazer de sua atividade um instrumento de ampliação do sentimento da cena. Lembrando-se sempre de que as músicas e sons utilizados devem estar intimamente ligados ao que acontece na cena, o sonoplasta deve acompanhar o texto passo a passo e estudá-lo também, a fim de desempenhar cada vez mais satisfatoriamente sua tarefa.
O sonoplasta, conhecedor e amante de sons e de músicas, tão importante na criação de emoções e sentimentos tem agora um grande espaço para aprofundar ideias e memórias, apresentar a outros artistas e ao público como eles pensam e sobre o que fazem quando atuam dentro de um espetáculo. Poucos conhecem e muitos nem imaginam as funções que um sonoplasta precisa dominar para realizar uma trilha sonora: seja no teatro, no cinema, rádio, televisão ou outras mídias.
É muito raro um espetáculo não ter música. Assim, o sonoplasta é o responsável pela criação, pesquisa, gravação, finalização, sonorização e operação dos efeitos sonoros e músicas que o espetáculo necessita. É ele que, com criatividade e técnica, resolve os climas e efeitos propostos durante os ensaios ou rubricados no texto. E mais: o sonoplasta apreende a ideia da concepção da montagem do diretor e participa do processo de criação do espetáculo.
Qualquer um que faça teatro com a devida consciência sabe o quanto a musicalidade está presente em cada detalhe.

Iluminação Cênica

Iluminação cênica é a arte, técnica e ciênciade projetar a implementação de fontes de luz, a sua focagem, temperatura de cor e respectiva intensidade dos espectáculos de teatro, cinema, dança, ópera e música, entre outras.
A história da Iluminação tem sua origem na Grécia Antiga,por volta do séc. V a.C , quando das primeiras encenações de tragédias e comédias feitas ao ar livre nos anfiteatros, onde a luz do Sol era utilizada para criar ainda que mínimo algum efeito cênico.
Com o passar dos anos,após a construção dos primeiros edifícios teatrais no séc. XVI durante o período Renascentista na Europa,muitos encenadores debruçaram-se sobre esta vertente como o italiano Leoni Di Somi (1527-1592), um dos precursores no pensamento de escurecer a platéia para que todo o foco se concentra-se no espaço cênico.Nesta fase, o fogo assumiu esta função de iluminar por meio de tochas, velas suspensas em candelabros e lamparinas que por causa do mau cheiro da queima do óleo, acumulo de fumaça derretimento da cera e o risco iminente de incêndios faziam dessa prática muito arriscada.
Não existia no teatro , a função do iluminador, quando este era necessário, sua função era desempenhada pelos cenógrafos, muitos deles arquitetos, que no processo de desenvolvimento de dispositivos acabavam por colaborar significativamente para o desenvolvimento da iluminação, tal comoNicola Sabbatini (1574-1654), que criou o primeiro sistema mecânico para controle de intensidade de luz, hoje conhecido como dimmer,mais tarde que viria a ser aperfeiçoado pelo americano SamuelPierpont Langley (1834- 1906).
A iluminação cênica viria a sofrer uma grande transformação com a descoberta das propriedades da energia elétrica Dessa forma, foi possível conceber de fato à luz um papel artístico e estético. Um dos pioneiros neste campo foi Adolphe Appia (1862 - 1928), considerado desenhista de luz por criar efeitos ,aproveitar os contrastes entre luz e sombra além de utilizar-se das possibilidade da tridimensionalidade dos corpos dos atores e cenários. Na parte técnica foi notável o aperfeiçoamento de série de equipamentos como a resistência de água e sal, que embora rudimentar trouxe mais precisão ao controle de luz. Outras inovações foram a criação das primeiras unidades de medidas como ofotocandle, lux e lúmen A partir de 1900, os primeiros refletores propriamente ditos começavam a serem aperfeiçoados e com isso houve uma melhora no direcionamento e focagem da iluminação.

Novelas

No Brasil, assim como nos Estados Unidos, as teledramaturgias surgiram nos anos 50 a partir da adaptação das novelas de rádio para o então novo meio de comunicação. O que já era sucesso em um desde os anos 1930 não demorou muito para conquistar fãs no outro.
Em 1951 foi ao ar “Sua Vida Me Pertence”, a primeira telenovela brasileira. Foram quinze capítulos exibidos ao vivo de terças e quintas-feiras pela TV Tupi. Na década seguinte as novelas ganhariam capítulos diários. Graças ao surgimento do videoteipe, os episódios podiam ser gravados e a exibição deles diariamente foi fundamental para cativar a audiência. As primeiras novelas nesse formato foram adaptações de teledramaturgias latinas, vindas do México, Argentina e Cuba, como “A Moça que Veio de Longe” (TV Excelsior, 1964) e “O Direito de Nascer” (TV Tupi, 1965).

No final dos anos 60, as novelas finalmente ganharam uma cara brasileira. Até então, elas eram adaptações ou seguidoras do estilo dramalhão que dominava as teledramaturgias latino-americanas. Mas, em 1968, estreou “Beto Rockfeller”, produzida pela TV Tupi. Escrita por Bráulio Pedroso e dirigida por Walter Avancini e Lima Duarte, ela rompeu com o estilo melodramático e construiu uma história mais descontraída, com diálogos coloquiais, temas bem-humorados, trilha sonora pop e uma estética moderna, que dava uma cara brasileira e atualizada ao formato.

O sucesso de “Beto Rockfeller” fez com que as emissoras abandonassem definitivamente o estilo dramalhão importado dos países latino-americanos. Em 1969, a Globo aderiu ao novo modelo e encomendou a Janete Clair que adaptasse para a TV uma história que ela já tinha escrito para a rádio. “Véu de Noiva” virou um sucesso e transformou a atriz Regina Duarte na “namoradinha” do Brasil. Nos anos 70, as novelas conquistaram elevados índices de audiência e uma boa fatia do mercado publicitário. Globo e Tupi dominaram a produção de novelas durante a década. Sucessos como “Irmãos Coragem” e “Pecado Capital”, de Janete Clair, e “O Bem Amado” e “Saramandaia”, de Dias Gomes, estabeleceram o início da hegemonia do modelo de novelas feitas pela Rede Globo. A Tupi, que havia iniciado a transformação da estética da teledramaturgia com “Beto Rockfeller”, conseguiu produzir outros sucessos como “Mulheres de Areia” e “O Profeta”, de Ivani Ribeiro, e “Éramos Seis”, de Sílvio de Abreu e Rubens Ewald Filho.   

"Roque Santeiro" foi uma das novelas de maior sucesso na história.

Quando começaram os anos 80, a estrutura de produção de teledramaturgias no Brasil já era tão sofisticada e profissional que as novelas de sucesso por aqui viraram produtos de exportação. Cerca de cem países, de Portugal à China, da Rússia à Austrália, chegaram a acompanhar os episódios dublados de produções como “Escrava Isaura” ou “Dancin Days”. A indústria nacional das telenovelas se concentrou na Rede Globo. Sua hegemonia foi poucas vezes ameaçadas desde a década de 80. Produções inovadoras e requintadas como “Guerra dos Sexos”, “Vale Tudo”, “Roque Santeiro”, “Terra Nostra” e “O Clone”, entre outras, garantiram os melhores índices de audiência da TV brasileira. Liderança que foi abalada somente em alguns momentos, como quando a Rede Manchete lançou a novela “Pantanal”, em 1990, ou mais recentemente com as produções da Rede Record, como “Caminhos do Coração” e “Os Mutantes”, e as adaptações de novelas latino-americanas produzidas pelo SBT.    
Apesar de ainda ser um dos gêneros preferidos dos brasileiros, a audiência das novelas caiu no novo milênio, provavelmente devido à concorrência de novas opções que se tornaram acessíveis à população, como a TV a cabo e a internet. A audiência das novelas da Globo atingiu em 2008 cerca de 40 milhões de espectadores diariamente, enquanto três anos antes a audiência era de 60 milhões. Apesar da queda dentro do país, as novelas brasileiras ainda continuam a ser um valorizado produto de exportação. Segundo projeções da Globo, no começo dos anos 2000 as novelas comercializadas pela emissora foram assistidas por cerca de 70 milhões de espectadores anualmente no exterior [fonte: REDE GLOBO]

 
 



sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

Presságio

O amor, quando se revela,
Não se sabe revelar.
Sabe bem olhar pra ela,
Mas não lhe sabe falar.
Quem quer dizer o que sente
Não sabe o que há de dizer.
Fala: parece que mente…
Cala: parece esquecer…
Ah, mas se ela adivinhasse,
Se pudesse ouvir o olhar,
E se um olhar lhe bastasse
Pra saber que a estão a amar!
Mas quem sente muito, cala;
Quem quer dizer quanto sente
Fica sem alma nem fala,
Fica só, inteiramente!
Mas se isto puder contar-lhe
O que não lhe ouso contar,
Já não terei que falar-lhe
Porque lhe estou a falar…

Trilhas Sonoras

O que seriam das novelas, peças de teatro e filmes sem o requinte das trilhas sonoras? Tão emocionante quanto um beijo roubado é ouvir a canção por trás de uma cena de amor. Na vida real ou na ficção, as trilhas sonoras marcam época. Ajudam a embalar sonhos românticos, abrandam angústias, a ira dos rivais, realçam aventuras, suavizam cenas e fazem a gente viajar por meio dela: a música. Autor de uma obra grandiosa em volume – cerca de 400 canções - e qualidade, Tom Jobim compôs inúmeras trilhas sonoras para o cinema e para televisão. Tudo começou no teatro, quando a peça “Orfeu da Conceição” (1956), de autoria dele e do parceiro Vinicius de Moraes, foi adaptada para o cinema, em 1958. Tom compôs nova trilha para o filme “Orfeu do Carnaval” de Marcel Camus, uma produção franco brasileira que ganharia a Palma de Ouro no Festival de Cannes. Tom Jobim assinou também a trilha sonora de um dos clássicos do cinema novo: “Porto das Caixas” de Paulo Cesar Sarraceni, de 1962. A música dele, “Derradeira Primavera” é tocada no filme em versão instrumental. Na década de 1980, destaque para dois trabalhos importantes: a trilha sonora de “Gabriela”, uma superprodução com Sônia Braga e Marcello Mastroianni. Tom e Gal Costa cantam o “Tema de amor de Gabriela e, em parceria com Chico Buarque, a trilha de “Para Viver um Grande Amor”, filme de Miguel Faria Júnior. No filme, Elba Ramalho canta a música “Violeira” de Tom e Chico Buarque.

Obras polêmicas

O jornal mexicano “El Universal” listou as dez obras de arte que considera como “as mais polêmicas da história”. Como quaisquer listas, sempre restritivas, a do veículo da terra do poeta Octavio Paz é questionável, mas pelo menos alguns dos quadros são mesmo controvertidos, provocam polêmicas e geram dezenas de livros e documentários, como é o caso das pinturas do italiano Leonardo Da Vinci, talvez o maior gênio da história da arte, aqui poderemos ver algumas dessas obras:

     A última ceia, de Leonardo Da Vinci
Leonardo Da Vinci (1452-1519) talvez seja o maior gênio da história da pintura — era (é), aliás, muito mais do que um pintor. “A última ceia” mostra “o último encontro de Jesus com seus discípulos”. “El Universal” afirma que o quadro se tornou legendário e muitos investigam seus detalhes com o objetivo de revelar algum segredo supostamente oculto pelo talento de Leonardo. Há livros e documentários sobre o assunto. Mas o verdadeiro segredo é a qualidade da pintura do artista italiano ao retratar um tema caro à civilização ocidental.
     Mona Lisa, de Leonardo Da VinciSe perguntarmos a um leigo: qual é a pintura mais famosa de todos os tempos? Leigos e especialistas vão dizer: “Mona Lisa” (ou Monalisa), do italiano Leonardo Da Vinci. Por que é apontada como polêmica e controvertida pelo jornal “El Universal”? Porque permite várias interpretações e há livros e livros discutindo o assunto, do ponto de vista artístico e histórico. O jornal mexicano afirma que “supostamente contém mensagens secretas sobre a vida de Cristo”. A pintura de Leonardo permanece aberta, tantos anos depois de ter sido feita, o que atesta sua vitalidade artística. Uma pintura, como “Guernica”, icônica.
    Guernica, de Pablo Picasso
Pintado em 1937, “Guernica”, do espanhol Pablo Picasso, diz respeito ao bombardeido da cidade de Guernica durante a Guerra Civil Espanhola (1936-1939). “Sua interpretação é objeto de controvérsia”, nota “El Universal”. Há livros e livros explicando seus detalhes. É um dos quadros mais conhecidos do século 20. Costuma-se dizer que é icônico. E, claro, é a arte como denúncia.

E então pessoal, o que achem dessas obras? E quais outras são polêmicas para vocês? 






quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

Coisas de Volta as Aulas - Dia 28, no Parabolandos!

Eaaai Galera! Tudo bem com vocês ? No post de hoje eu vim convidar TODO O PLANETA TERRA para estar presente nesse evento que é o MAIS AGUARDADO DO MÊS INTERINHO! Aposto que quem conhece estava com saudades, MAS VOCÊ JÁ PODE MATAR ELA! porque o primeiro coisas desse ano vai acontecer daqui 2 dias! VOCÊ NÃO PODE PERDER! Pra quem não conhece é uma chance perfeita para rir bastante e ter o dia mais feliz da sua vida! 



espetáculo mais bizarro da Troupe Parabolandos. Feito com  cenas completamente improvisadas pelos personagens mais malucos vai acontecer....

QUANDO? 28/02 (sábado) 
QUE HORAS ? às 19h 
ONDE ? no Espaço Cultural Troupe Parabolandos 
E ONDE FICA ISSO ?  Av. Antônio Marques Figueira - 581 - Centro - Suzano 
E QUANTO CUSTA ? Entrada Gratuita! 

Vem geeeeente!!! \o/\o/